Backups que se testam a si próprios

Backups que se testam a si próprios

O backup parece funcionar. O software diz que correu bem. O ficheiro está lá. Depois, no dia em que é preciso restaurar, descobre-se que o backup estava corrompido há meses.

Esta história repete-se em empresas de todas as dimensões. A diferença entre um backup que “parece” funcionar e um que realmente funciona chama-se **verificação automática**.

O problema

Os backups tradicionais validam o processo, não os dados. O log diz “sucesso” quando o ficheiro foi copiado, mesmo que esse ficheiro esteja ilegível. A primeira vez que se sabe que o backup falhou é quando já ninguém o pode refazer.

A abordagem iLand

Implementámos uma rotina de três camadas no cliente:

2. **Verificação pós-backup**: após cada execução, o sistema restaura uma amostra aleatória de ficheiros para um sandbox e compara os hashes com o original. Qualquer divergência gera alerta.

3. **Teste de restauro completo trimestral**: um contentor temporário é levantado com os dados reais do backup, e uma equipa de QA valida que a aplicação funciona. Relatório enviado para o cliente.

Resultados

Porque importa

Um backup não verificado não é um backup — é uma esperança. Num cenário de ataque ransomware, a diferença entre horas e dias de paragem está na confiança que se tem nos dados restaurados. Em 2025, não ter backups verificados é um risco que nenhuma empresa pode assumir.

*Fale connosco em [iland.pt/contacto](https://www.iland.pt/contacto/).*